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Poá estuda destino para resíduos:

            A Secretaria do Estado de Meio Ambiente pretende utilizar as cidades de Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano para realizar um trabalho pioneiro na região, a fim de solucionar os problemas causados pelos detritos e entulho da construção civil que sobram das construções.
            Para isso, uma reunião realizada na última semana, contou com a participação do secretário de Estratégia e Desenvolvimento, Pedro Campos Fernandes; o diretor do departamento de Meio Ambiente, Fernando Poyatos; a procuradora da Secretaria de Assuntos Jurídicos de Poá, Andrelina Mendes Abi Chedid, e a equipe de técnicos da empresa de consultoria ambiental Geotech, coordenada pelo engenheiro e diretor-técnico Clóvis Benvenuto, que traçaram as primeiras diretrizes do plano.
            O objetivo do projeto é a construção de instalações físicas para destinar esses resíduos nos municípios de Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano, onde seriam construídas, de acordo com a proposta, áreas de transbordo que serviriam de depósitos para esse tipo de material.
            Nessas áreas, todos os materiais passariam por uma triagem, que os classificariam como rejeitos e reaproveitáveis. Os rejeitos seriam encaminhados de acordo com a sua classificação. Já os demais, destinados para a Central de Beneficiamento, previsto para Suzano, a fim de serem reaproveitados.
            Atualmente, Poá e Ferraz produzem, cada uma, cerca de 20 mil toneladas de resíduos por ano, enquanto que Suzano produz, aproximadamente, 40 mil toneladas. Com o projeto, os municípios poderão gerar renda e empregos através do reaproveitamento dos produtos e suas revendas. Além disso, a reutilização dos resíduos evitará os aterros e promoverá a limpeza do meio ambiente.
            Após a reunião, os técnicos da Geotech percorreram a cidade para conhecer de perto as áreas onde o despejo de entulho em terrenos baldios acontece com mais freqüência.

Reunião discutiu problemas causados por resíduos sólidos no meio ambiente

Entulho jogado em terreno baldio, problema que ocorre na cidadeFotos/ Fernando Araújo

Fonte: Folha 4 Cidades, de 7 de Agosto de 2007

 Alto Tietê deve ter seis usinas para tratamento de seus resíduos

 
Os prefeitos da Associação dos Municípios do Alto Tietê (Amat) e representantes da Secretaria de Estado do Meio Ambiente chegaram a um acordo sobre a instalação de usinas para processamento de lixo domiciliar e resíduos da construção civil. Nos próximos dois anos, três consórcios integrados por dez municípios deverão receber três usinas para tratamento do lixo residencial e outras três, para beneficiamento dos restos de construção.

Com base em estimativas dos integrantes da Secretaria Ambiental que participaram da reunião de ontem em Mogi das Cruzes, os municípios do Alto Tietê poderão receber investimentos de até R$ 20 milhões.

Isso porque as usinas de triagem e compostagem poderão custar cerca de R$ 2 milhões, cada uma. As unidades para processamento dos resíduos das obras custarão até R$ 5 milhões cada uma, conforme previsão da empresa Geotech Geotecnia Ambiental Consultoria e Projetos.

Essa empresa já começou a elaborar um diagnóstico nas cidades de Ferraz de Vasconcelos, Poá e Suzano, que juntas abrigaram uma usina com capacidade para transformar até 500 toneladas/dia de restos de construção em matéria-prima para serviços de pavimentação e outros compostos para obras de prefeituras e da iniciativa privada.

Esses três municípios formarão um consórcio para administrar e operar a usina que será construída com recursos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Mogi das Cruzes, Biritiba Mirim, Salesópolis e Guararema deverão compor outro consórcio para receber a segunda usina de tratamento dos restos de obras. Uma terceira usina deverá ser integrada pelas cidades de Santa Isabel, Itaquaquecetuba e Arujá.

Lixo domiciliar

Três consórcios também serão formados para receber as usinas para processamento das mais de 800 toneladas de lixo produzidas diariamente em dez cidades da região. O prefeito Junji Abe (PSDB) confirmou que Mogi será sede de uma usina que processará os resíduos domiciliares de Biritiba Mirim, Guararema e Salesópolis.

As cidades de Suzano e Ferraz de Vasconcelos estão cotadas para receber a usina que será compartilhada por estes dois municípios mais a cidade de Poá. Um terceiro consórcio que administrará uma terceira usina de compostagem seria integrado por Itaquá, Santa Isabel e Arujá.

O coordenador de Planejamento Ambiental do Estado, Casemiro Tércio Carvalho, garantiu que o governo estadual vai fazer os projetos e ajudar financeiramente na implantação das usinas. Ele observou que a Secretaria Ambiental espera que os municípios reduzam em até 80% a quantidade de lixo a ser depositada em aterros sanitários depois que as usinas estiverem funcionando. Quando essa redução acontecer (se é que vai), a empreiteira Pajoan que ganha mais de um R$ 1 milhão por mês para enterrar 800 mil quilos de lixo (cerca de R$ 60 o quilo) por dia dos municípios do Alto Tietê, só ganhará R$ 200 mil por mês.


Fonte: Diário do Alto Tietê, de 20 de Setembro de 2007.




 
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